quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

PLANO DE AULA


Algarismos Romanos

Estrutura Curricular

4º ano do Ensino Fundamental

Objetivos


  • Promover a compreensão da necessidade de se criar um sistema de numeração;
  • Identificar diferentes sistemas de numeração;
  • Proporcionar aos alunos apropriação do uso e identificação dos algarismos romanos, em especial;
  • Analisar a composição, valor e posicionamento da numeração romana; e
  • Aproximar o processo de leitura e  escrita dos algarismos romanos;

Duração das atividades

2h/aula

Conhecimentos Prévios


  • Noção básica sobre os algarismos indo-arábicos, bem como capacidade de identificação do significado de cada uma das letras do alfabeto brasileiro.

Previamente à ocorrência da aula, será solicitado aos alunos que pesquisem sobre diversos sistemas de contagem. Salienta-se a necessidade de incentivá-los a procurar sistemas não muito conhecidos a fim de promover curiosidades e diversidade.

Recursos


  • Revistas, jornais, relógios, livros, enfim, várias coisas que possam  ilustrar o conteúdo;
  • Texto com a história dos algarismos romanos -  pode ser elaborado com auxílio da internet.

Estratégias

Motivação:
Inicialmente, cabe aos alunos apresentação do resultado de sua pesquisa, para que os demais colegas conheçam outras formas de representação de números
Ao professor cabe questionar aos alunos o que sabem sobre o tema (Algarismos romanos), caso não tenha sido apresentado nas pesquisas individuais. Caso tenha sido apresentado, ressaltar aspectos relevantes e citar outros que não tenham sido abordados.
E em seguida, apresentar-lhes a origem histórica da simbologia numérica tema da aula.
Leitura de texto simples com apresentação histórica é suficiente para esta etapa da motivação.
Vale questionar o motivo desses métodos não serem largamente utilizados diariamente.
transformem as datas de seu nascimento e de familiares em algarismos romanos;

Avaliação

Com a turma dividida em grupos de quatro, proponha que façam decodificação e reescritura em romanos de numerais cardinais.

Em seguida, ainda divididos em grupos, proponha que representem, corporalmente, o número indicado, utilizando ou não a ajuda de um ou mais colegas do grupo.

Através das atividades propostas será avaliada a capacidade dos alunos na utilização das regras de identificação e composição dos algarismos romanos.

domingo, 6 de janeiro de 2013

TABLET NA ESCOLA
      Foto: Marcello Casal Jr.

Em reportagem veiculada na Carta Capital, em 10/07/2012, noticiava-se que o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciava o investimento na ordem de 150 milhões de reais para a compra de 600 mil aparelhos de Tablets, para uso de professores de Ensino Médio da rede pública de todo o País. Os equipamentos seriam distribuídos, primeiramente, para as escolas urbanas, com banda larga, rede sem fio e laboratório do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo).
Segundo a referida matéria, o objetivo dessa estratégia anunciada pelo ministro seria uma forma de resolver o problema da evasão escolar no Ensino Médio, uma tentativa de atrair e dialogar com a juventude, incentivar e motivar r o aluno.
No entanto, algumas providências ainda estão “pendentes”, por assim dizer, no que se refere à utilização eficiente e eficaz dessa tecnologia. É importante estar ciente de que disponibilizar a ferramenta não é suficiente para melhorar a educação brasileira. A formação e preparo do docente para conduzir, mediar a construção do conhecimento juntamente com seus aluno, o domínio do conteúdo, integração da teoria e prática são alguns aspectos que precisam estar bem estabelecidos para que concretizem melhorar no aprendizado ou em benefícios efetivos para os alunos.
O MEC já está trabalhando nessa direção. A Secretaria de Educação Básica já iniciou contato com as universidades federais propondo apoio à elaboração de conteúdos. Estão sendo elaborados conteúdos modulares para serem colocados na plataforma de educação a distância do MEC para início imediato.
Sobre a formação dos educadores, o MEC já treinou  mais de 300 mil através do ProInfo, em curso de 360 horas. No entanto, existe crítica sobre a duração dos treinamentos, considerada como tempo demais, quando o foco deveria ser a metodologia a ser utilizada nas TICs.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O TABLET NA EDUCAÇÃO

Em 2011, algumas reportagens sobre o uso de tablets nas escolas traziam dúvidas e preocupações de pais, professores e alunos sobre a utilidade dos referidos equipamentos, a disponibilidade e acessibilidade dos conteúdos necessários para o cumprimento dos currículos, a integração do mundo dentro e fora da escola, assim como, o domínio por parte dos professores. No entanto, percebemos que nos dias de hoje, essas dúvidas ainda persistem.
Elencamos abaixo alguns aspectos positivos e negativos sobre a chegada dos tablets nas escolas:
NEGATIVO
POSITIVO
Disponibilidade de Conteúdo
A grande maioria das editoras ainda está apenas planejando lançar livros didáticos para tablets, o que inviabilizaria uma substituição do material didático impresso por conteúdo digital em larga escala.

A adoção imediata pelas escolas incentivaria as editoras a acelerar lançamentos de livros didáticos para tablets para não perder mercado para as concorrentes que se anteciparem na digitalização de conteúdos.
Preparo dos Professores para lidar com as novas tecnologias
Os professores ainda não estão, em sua maioria, preparados para utilizar as tecnologias digitais, valendo-se ainda de recursos tradicionais para dialogar com os alunos na expectativa que eles aprendam, o que é um grande desafio em uma geração que cresceu em meio aos bits e bites. Nas mãos dos professores, os tablets ainda não seriam utilizados em todo seu potencial.
Com a implementação antecipada dos tablets, as escolas serão obrigadas a investir rapidamente na formação do corpo docente para que os professores aprendam a aplicar as novas tecnologias em sala de aula, melhorem a qualidade do ensino e consigam envolver e motivar os alunos, incrementando a curva de aprendizado na medida em que conquistem seu interesse para um conteúdo mais interativo, dinâmico e atraente.
Custos e Reaproveitamento
Todos os anos as editoras enviam livros impressos para que os professores os avaliem e  escolham com quais querem trabalhar no próximo ano letivo. Os livros são sempre atualizados para novas edições e não podem ser reutilizados, sendo destinados, apenas e eventualmente, para reciclagem. Sabemos que qualquer mídia em papel tem os dias contados e com os livros didáticos não será diferente. Mas as editoras ainda não acordaram para esta nova realidade e, por isso, os tablets ainda não terão grande utilidade na sala de aula e serão apenas mais um peso na mochila.
Na medida em que lançarem livros para tablets, as editoras serão forçadas a cobrar apenas pelas atualizações e não mais pelos relançamentos das edições que trazem conteúdos muito semelhantes aos das edições anteriores. Os conteúdos baixados nos tablets serão 100% reaproveitáveis e terão que ser cada vez mais inovadores, interativos e divertidos para entreter os estudantes. Por mais este motivo, quanto mais rápido o mercado editorial começar a desenvolver materiais em formato digital, melhor será. Se as escolas incentivarem o uso dos tablets, as editoras serão obrigadas a embarcar na digitalização. Isso é tão certo quando a música digital ter matado o CD.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/blog/boletim-educacao/2011/11/17/minha-filha-tablet-hora-e-agora/

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Olá!
Como primeira postagem nesse blog, gostaria de compartilhar parte de um texto, bem interessante, sobre as práticas mediáticas na Educação. Trata-se de uma abordagem sobre as diferentes mídias que podem ser, e efetivamente são, ferramentas pedagógicas e como tem sido essa utilização por parte dos professores.

Vamos ler?

"Suportes mediáticos mais conhecidos e amplamente utilizados na vida cotidiana como o rádio e a televisão não são ainda compreendidos pelos professores como ferramentas pedagógicas potencialmente ricas para utilização em atividades de formação docente e nas práticas com os seus alunos. Os cursos de formação de professores não abrem espaços para o estudo crítico dessas tecnologias como materiais importantes para o desenvolvimento de processos didáticos diferenciados. A prescrição governamental para a utilização de computadores e internet em educação, tecnologias digitais avançadas, apresenta também esses mesmos problemas de formação inadequada dos docentes, além de outras dificuldades que vão do acesso das escolas e dos professores a estes equipamentos à ausência de manutenção e atualização, à obsolescência rápida dessas tecnologias e à inadequação da estrutura curricular para a utilização plena em projetos interdisciplinares e articulados com outras realidades fora da escola, possíveis de serem realizadas a partir do uso pedagógico pleno e consciente dessas máquinas e seus periféricos.

Muito há, portanto, em todos os setores e níveis educacionais, a ser feito em relação ao uso das tecnologias de comunicação e informação em educação. Muitos são os desafios a serem enfrentados em todas as esferas para garantir a disponibilidade dos equipamentos e o seu uso crítico e consciente pelos sistemas educacionais."
KENSKI, V.M. Educação e Tecnologias.
 Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-97022003000200005&script=sci_arttext

Se quiser comentar... fique à vontade!
Abraços